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Cristãos fazem vigília em apoio às vítimas de ataque à sinagoga, na Califórnia

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Uma pessoa foi morta e três ficaram feridas em tiroteio contra uma sinagoga no fim da Páscoa judaica.

Cerca de 900 pessoas encheram o templo da Igreja Presbiteriana da Comunidade Rancho Bernardo na noite do último sábado (27) para uma vigília de oração em apoio às vítimas do ataque à uma sinagoga na região metropolitana de San Diego, na Califórnia.

De acordo com as autoridades locais, o assassino John Earnest, de 19 anos, entrou disparando com um rifle de assalto na sinagoga Chabad na tarde de sábado, enquanto era celebrado o último dia da Páscoa judaica. Uma mulher que foi baleada morreu e outras três pessoas ficaram feridas.

Durante mais de 45 minutos, cristãos, judeus e até muçulmanos oraram e cantaram na Igreja Presbiteriana. “A paz é o que estamos ansiando”, disse o Rev. Mark McKone-Sweet à multidão.

Em nota, representantes da sinagoga Chabad disseram que o coração de Deus “sofre com tragédias sem sentido como essa”. “Ao comemorar a milagrosa libertação do povo judaico da escravidão e da perseguição há mais de 3.300 anos, essas lindas pessoas foram atacadas por nenhum outro motivo além do fato de serem judias”, eles disseram.

“Nós oferecemos nossa imensa gratidão a Deus que a intenção maligna do criminoso de cometer assassinato em massa foi milagrosamente impedida quando seu rifle inexplicavelmente falhou, embora tragicamente não antes de extirpar a vida de um ser humano lindo e ferir outros”, acrescenta a nota.

Eles prestaram homenagem a Lori Gilbert-Kaye, de 60 anos, que jogou-se na frente do rabino para evitar que ele fosse baleado e perdeu a vida. O rabino protegido pela mulher, Yisroel Goldstein, foi baleado na mão e perdeu um dos dedos.


Vigília à luz de velas é realizada na Igreja Presbiteriana da Comunidade

Rancho Bernardo após tiroteio na sinagoga Chabad em Poway, na

Califórnia. (Foto: Reuters/John Gastaldo)

O ativista cristão, Rev. Joseph D’Souza, convocou os líderes religiosos a falarem contra o extremismo em suas comunidades. “Não há pior forma de extremismo terrorista do que um ataque a um local de culto – seja um incêndio em igrejas na Louisiana, tiroteios em massa em mesquitas em Christchurch, ou o ataque desta semana a uma sinagoga em Poway”, ele disse.

“Esse mal deve ser confrontado por todos nós, especialmente os líderes religiosos, que às vezes precisam superar as ameaças de sua própria comunidade para falar contra o extremismo. Não podemos ser espectadores nesta guerra contra o direito de qualquer comunidade de adorar em paz”, destacou.

O pastor Jentezen Franklin disse que os atos de violência não são da vontade de Deus. “Parece que uma semana não se passa antes de ouvirmos outro ataque contra aqueles pacificamente estão exercendo seu direito de culto”, disse ele.

“Eu quero desesperadamente que o mundo saiba que o Deus que nos criou e nos ama não nos chama a agir com violência contra ninguém. Em um tempo de crescente hostilidade em relação a quase toda fé, eu oro para que todos possamos lembrar nossas crianças que uma bala, uma bomba ou um soco nunca é a resposta para nossos problemas. Amar seu próximo — não importa sua raça, religião ou credo — é sempre a melhor escolha”, afirmou o pastor.

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